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Influenciadora narra agressões sofridas do ex-marido

 

A influenciadora cristã Anabia Apocalipse publicou um vídeo nas redes sociais relatando episódios de violência doméstica que, segundo ela, ocorreram durante seu casamento com o ex-marido, descrito por ela como evangélico, pregador e formado em teologia. O testemunho foi divulgado após a repercussão da mensagem pregada pela pastora Helena Raquel no Gideões Missionários da Última Hora sobre violência contra mulheres dentro das igrejas.

Conhecida por publicar conteúdos relacionados à escatologia bíblica e aos sinais dos últimos tempos, Anabia reúne cerca de 196 mil seguidores em sua principal conta no Instagram.

No vídeo, a influenciadora afirmou que sofreu agressões físicas e psicológicas ao longo do relacionamento. “Eu também vivi essas agressões dentro de casa, física e psicológica”, declarou.

Segundo o relato, uma das primeiras agressões aconteceu após ela publicar uma fotografia do casal nas redes sociais. De acordo com Anabia, o então marido chegou em casa alterado e a agrediu fisicamente.

“Ele me chutou muito aqui nas minhas costelas. Fiquei sem ar”, afirmou. Ela também declarou que, em alguns momentos, era deixada trancada dentro de casa e dormia no chão durante discussões.

A influenciadora contou ainda que buscou ajuda pastoral, mas afirmou não ter recebido apoio de líderes religiosos. Segundo ela, um pastor não acreditou em suas denúncias, enquanto outro permitiu que o ex-marido continuasse pregando mesmo após tomar conhecimento das acusações.

“Esse pastor escalou o agressor para pregar em um culto de domingo. Ele não fez nada por mim e eu estava grávida”, declarou.

Anabia afirmou que as agressões continuaram durante a gravidez. Em um dos episódios mencionados, ela relatou ter recebido um soco quando estava grávida de sete meses, caindo no chão após a agressão.

Segundo a influenciadora, após expor a situação dentro da igreja, ela também passou a enfrentar restrições ministeriais. “O que eu vejo é que as igrejas não apoiam mulher que fala da agressão do marido”, afirmou. De acordo com o relato, líderes chegaram a acusá-la de estar “difamando o marido”.

Após o nascimento do filho, Anabia declarou que descobriu casos de traição e consumo de pornografia por parte do então companheiro. Atualmente, segundo ela, vive sozinha com a criança após o divórcio.

No encerramento do vídeo, a influenciadora defendeu que igrejas evangélicas criem canais de acolhimento e apoio para mulheres vítimas de violência doméstica: “Muitos dos agressores exercem um cargo dentro da igreja”, declarou.

Fonte: GP

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Pastor é condenado por abuso de meninos

 

Daniel Savala, de 70 anos, foi condenado a 30 anos de prisão sem possibilidade de liberdade condicional após se declarar culpado por abusar sexualmente de dois meninos no Texas. A sentença foi determinada por um juiz do condado de McLennan na quinta-feira.

Segundo o promotor do condado, Josh Tetens, a legislação texana prevê cumprimento integral da pena em casos relacionados a tráfico humano contínuo.

“Não acredito que ele volte a ver a luz do dia”, declarou Tetens em comunicado. “E isso é justiça neste caso”, acrescentou o promotor, que também destacou que esse tipo de crime está entre os poucos no Texas que não permitem liberdade condicional, o que obriga o condenado a cumprir toda a pena determinada pela Justiça.

Savala foi preso em Waco, em junho de 2023, após denúncias de abuso. Ele era apontado como mentor espiritual de Christopher Hundl, de 41 anos, ex-integrante do ministério universitário Chi Alpha Campus Ministries na Universidade Baylor.

De acordo com informações divulgadas pelo jornal Waco Tribune-Herald, Hundl foi acusado de permitir que Savala abusasse sexualmente de dois membros de sua família.

Segundo o mandado de prisão, Hundl teria levado os dois meninos à residência de Savala, em Houston, em diversas ocasiões entre o verão de 2021 e março de 2022.

Registros do cadastro de agressores sexuais do Texas mostram que Savala já havia sido acusado anteriormente por abuso sexual de menor. O caso envolve crimes cometidos entre 1995 e 1997 no Alasca. Em 2012, ele foi formalmente acusado pelo delito.

Durante depoimento à polícia, Hundl afirmou que conheceu Savala na faculdade e que manteve um relacionamento sexual com ele. Segundo o relato, Savala era tratado como uma figura semelhante a um “avô” para os dois meninos envolvidos no caso.

Denunciantes também alegam que Savala teria recebido permissão de alguns líderes ministeriais para permanecer próximo de jovens e adolescentes durante vários anos.

O Chi Alpha Campus Ministries atua em aproximadamente 300 campi universitários e é apoiado pelas Assembleias de Deus, segundo o The Christian Post.

Em comunicado anterior, representantes da denominação afirmaram que Savala nunca integrou oficialmente a equipe do ministério Chi Alpha e declararam que medidas foram tomadas para romper vínculos com ele após o conhecimento de seu histórico criminal. A versão, porém, é contestada por denunciantes ligados ao caso.

“Estamos profundamente consternados com as alegações relacionadas a Daniel Savala e com a dor causada por suas ações. As Assembleias de Deus se opõem veementemente aos ensinamentos e práticas que ele parece ter endossado”, afirmou a denominação.

O comunicado acrescenta que Savala não possuía credenciais ministeriais das Assembleias de Deus e que a liderança da igreja continuará colaborando diante das investigações relacionadas ao caso.

Fonte: GP